Erros mais comuns que você comete na Petição Inicial

O Vexame Processual: 3 Erros de Estrutura que Denunciam o Amadorismo na Petição Inicial

Equipe Jacob & Deptula

1/20/20263 min read

A Petição Inicial é o cartão de visitas do advogado e o mapa do magistrado. No entanto, em um mercado saturado por modelos genéricos e "copia e cola" de IAs, a ciência do Direito tem sido negligenciada. Na Jacob & Deptula, onde o tradicionalismo jurídico é a nossa bússola, identificamos falhas que não apenas enfraquecem a tese, mas destroem a credibilidade do profissional perante o juízo.

Se você almeja a excelência, precisa eliminar estes três vícios da sua redação:

ERRO 1: O Erro Técnico da "Preliminar" na Inicial

É comum, mas tecnicamente vergonhoso: o uso do tópico "Preliminar" na peça de ingresso. Segundo a técnica processual do Art. 337 do CPC, as preliminares são matérias de defesa, reservadas estritamente à Contestação.

O autor não se defende; ele propõe. O que muitos chamam erroneamente de "preliminar" (Gratuidade de Justiça, Prioridade de Tramitação ou Tutela de Urgência) são, na verdade, Pedidos Incidentais. Ao grafar "Preliminarmente" na inicial, o advogado confunde requisitos de admissibilidade com defesas do réu, demonstrando uma falha grave na compreensão da estrutura sistêmica do processo.

Na Jacob & Deptula, tratamos cada pedido com a nomenclatura jurídica correta: técnica pura, sem vícios.

ERRO 2: O Caos Narrativo e a Mistura Indigesta entre Fatos e Mérito

A narrativa dos fatos é o alicerce. O segundo erro fatal é a ausência de um tópico fático claro ou, pior, a sua fusão desordenada com o mérito.

Quando o advogado mistura o "que aconteceu" com o "porquê tenho direito" em um texto confuso e cheio de rodeios, ele torna o tema da peça um mistério. O uso da língua portuguesa deve ser solar, elegante e direto. Rodear para explicar o simples e misturar argumentos de mérito na narração dos fatos gera um ruído cognitivo que muitas vezes leva o magistrado ao desinteresse ou ao indeferimento. Fatos são fatos; o Direito é a consequência.

ERRO 3: Jurisprudência "Ornamental": O Amontado de Julgados

O uso de jurisprudência tornou-se um vício visual. Muitos advogados criam tópicos isolados apenas para empilhar ementas — muitas vezes sem qualquer conexão real com o caso concreto.

A jurisprudência não é um enfeite; é um reforço argumentativo. O padrão de excelência exige que o julgado seja incorporado ao raciocínio jurídico dentro do tópico do assunto determinado. Jogar julgados aleatórios, sem conectivos lógicos e sem explicar a analogia fática, demonstra preguiça intelectual. Na Jacob & Deptula, nossas peças artesanais utilizam a jurisprudência de forma cirúrgica, transformando-a em munição real, não em entulho de texto.

A Diferença entre Escrever e Edificar o Direito

A advocacia de alta performance não aceita o "suficiente". Enquanto o mercado produz peças em massa e cheias de vícios, a Jacob & Deptula edifica teses blindadas.

Nossa produção manual e restrita garante que sua petição inicial seja um exemplo de rigor técnico, clareza e autoridade. Não corra o risco de ter sua competência questionada por erros básicos de estrutura.

Sua estratégia merece a assinatura da líder nacional. Se você busca o rigor da ciência jurídica e quer fugir da mediocridade do varejo, submeta sua demanda à nossa análise seletiva.

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